Vídeo mostra um famoso rebelde sírio arrancando o coração de um soldado morto e mordendo o órgão. Os grupos de direitos humanos e até a própria oposição que deseja derruba Bashar Al-Assad condenaram absolutamente a atitude do já identificado o rebelde como sendo Abu Sakkar. Ele é insurgente da cidade de Homs, onde há a coalizão opositora a Bashar al-Assad e será julgado por crime de guerra. Mutilar corpos de inimigos é crime de guerra.
No vídeo o rebelde diz em nome de deus que vão comer os corações e os fígados dos soldados, os companheiros de Sakkar gritam em uníssono “Allahu akbar” (Deus é grande). De acordo com informações do Human Rights Watch, Abu Sakkar é o líder de um grupo cujo o nome é Brigada Independente Omar al-Farouq. Abu Sakkar incita o grupo a abater alauítas e comer seus corações e fígados.
Segundo dados da ONU cerca de 70 mil pessoas já foram mortas até hoje nesta revolta contra Bashar al-Assad que teve inicio no mês de março de 2011. Um grande número de cidadãos sírios migraram o país em tentativa de fugir desta guerra e mais de um milhão deles são considerados e registrados como refugiados. Em torno de 300 mil sírios estão vivendo na Turquia hoje .
Na Rússia esta guerra já se tornou centro de debates, Vladimir Putin, o presidente do país e Benjamin Netanyahu, premië israelense se encontram em um hotel no Mar Negro para discutir o conflito e o presidente russo se mostra preocupado com as séries de ataques que tem ocorrido de israelenses ao território da Síria ao mesmo tempo em que eles chegam a Damasco com carregamentos contendo armas russas.
O governo sírio acusa Israel de bombardear espaços militares próximos à cidade de Damasco e Israel se nega a qualquer comentário. Porém, fontes apontam que o alvo destes ataques aéreos foram um carregamento de mísseis de origem iraniana com destino ao Hezbollah, grupo militante libanês.
A conferência de paz
Estados Unidos e Rússia promovem e anunciam conferencia de paz para o final deste mês e a Síria exige detalhes a respeito desta conferência para se decidir se participará ou não. Segundo Omran Zoabi, ministro da Informação sírio, o pais saúda o convite, porém impõe que esta conferencia não se pareça a uma festa e nem prejudique de forma direta ou indireta a soberania nacional Síria.
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